sexta-feira, 28 de setembro de 2012

BPM Global Trends

Amigos, estou muito eufórica e ainda um pouco sem palavras pelo conteúdo do evento que participei ontem: BPM Global Trends.

O evento foi uma imersão no mundo da sustentabilidade e da inovação!
Muitos cases, muitos debates e muito aprendizado.

Parabéns à ABPMP-BR e à ELO Group pela organização!! 

Foi maravilhoso rever  Michael Rosemann e conhecer Stefan Seidel, ambos deram um show de conhecimento.  Sem contar as maravilhosas palestras do Furlan, André e Leandro!

Quem perdeu, só ano que vem!!!

E não percam o BPM Congress nos dias 27 e 28 de novembro/2012.

Seguem fotos do evento(Faltou foto com a MH, Diretora Adjunta do DF, que também prestigiou o evento):


Sutentabilidade

 Mudança de Pensamento


BPM para Inovação Transformacional


Ganhos para Organização, Cliente e Ambiente



Furlan, Eu, Sandra, Samyra e Seydel


Seydel


Rodada para Executivos

Eu, Rosemann, Samyra e Sandra

Samyra, Sandra, Leandro, Eu


Eu, Leonan, Samyra e Seidel



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Projetos de melhoria de processos.

Estou meio ausente,  pois estou consumida pelo trabalho e pelos afazeres domésticos: 3 filhos e marido.
:o)
Para matar a saudade, escreverei apenas algumas linhas sobre o momento que estou vivendo aqui no trabalho.

Hoje tenho a satisfação de participar da coordenação de alguns projetos de melhoria de processos da área de Tecnologia da Informação.

O objetivo destes projetos é aderência às melhores práticas de mercado: ITIL, CobiT e MPS.BR para melhorar nossa maturidade em Governança de TI.

Tem sido muito importante, pois tenho a oportunidade de aplicar muito do que aprendemos na teoria sobre BPM e de técnicas de gestão. Além, é claro, de aprender muitos sobre estas melhores práticas.

Temos enfrentado alguns obstáculos, mas o primeiro projeto de melhoria já está fase de implantação.

Uma das coisas que mais estou aprendendo é a lhe dar com o ser humano, especialmente, em ocasiões de mudança, pois sabemos que é nato de nossa espécie a tendência de permanecer no conforto do estado em que estamos: mudar dói!

 Como disse na apresentação de nosso trabalho com ITIL, estamos em um projeto de “MEDIDA CERTA”, ou seja, mudança de hábitos, de saúde e de qualidade de vida para nós, colaboradores, e para os processos!

 Para atingir os ganhos que queremos, é prioritário identificar as melhorias que nos farão alcançá-los. Muitas dessas melhorias vão além de fluxos de processos, mas de todo o contexto que o processo está inserido.

 Tenho que parar por aqui, pois o dever me chama!!

Aguardo suas contribuições!!!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

BPM DAY - 12/04/2012


Amigos, 
O evento foi um sucesso! Quem perdeu, tem outro em 18 de agosto no Congresso Nacional.

Seguem algumas fotos.



Participantes

Participantes

 Mário Andrade

Mônica (euzinha)

Daniela, Procuradora da PGFN - Fiquei fã dela!!!


 Alexandre Guimarães

Prof. Dr. Paulo Henrique de Santana (Show Man)

terça-feira, 27 de março de 2012

BPM DAY - 12/04/2012

Próximo dia 12 acontecerá o BPM Day em Brasília, organizado pela ABPMP-BR.
Evento gratuito. Inscrições no site da ABPMP-BR
Participem!!
Segue a programação.
Até lá!
Mônica

PROGRAMAÇÃO:

08h00 às 8h30 – Abertura – Boas vindas do Diretor de Tecnologia dos Correios e da ABPMP-BR
08h40 às 9h00 - H3 Engenharia - Implicações dos traços culturais sociais organizacionais na estratégia de abordagem de processos
Palestrante: Maria HelenaI L Barros, CBPP, Consultora, H3 Engenharia
09h00 às 9h20 – Estudo realizado na Embrapa - Mapeamento de Processos e Árvore da Realidade Atual: uma abordagem conjunta aplicada a uma cooperativa de pequenos agricultores
Palestrante: Mario Andrade, Engenheiro, Facilitador de Processos no Ministério da Saúde
09h20 às 10h10 - Correios - Modelagem de Processos na ECT
Palestrante: Mônica Luzia Alves Venâncio Pires, CBPP, CORREIOS
10h20 às 11h10 - PGFN – Implantação da Gestão por Processos na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional
Palestrante: Representante da PGFN
11h20 às 12h10 – Aeronáutica - Desafios para a implantação de melhorias de processos
Palestrante: Cel. Alexandre Guimarães, CBPP
12h10 às 13h50 – Almoço e Networking
14h00 – 14h50 – Ministério da Previdência - A gestão de processos na Previdência Social o monitoramento e avaliação
Palestrante: Nicir Chaves, CBPP, Assessora da Secretaria Executiva do Ministério da Previdência social
15h00 às 15h50 – MCT- Celeridade e transparência nos processos do governo a partir da Plataforma Aquarius - Um caso no MCTI/CGEE
Palestrantes: Dr. Paulo Henrique Santana (SPOA/MCTI) e Dr. Cláudio Chauke Nehme(CGEE)
16h00- 17h30 – Mesa de debate
Mediador: Gart Capote, CBPP, Presidente da ABPMP Brasil
Debatedores: Cel. Alexandre Guimarães CBPP (Aeronáutica); Nicir Chaves, CBPP(Planejamento); Dr. Paulo Henrique Santana (SPOA/MCTI); André Macieira, CBPP (ELO Group); Viviane Hérica (Ibrain)
Comentários: Leandro de Jesus
17h40 às 18h00 Encerramento com a participação dos CBPP de Brasília
18h00 – Networking
(*) Programação sujeita a alterações até o dia do evento

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Governança de TI: garantia efetiva de entrega de valor ao cliente.

Antes de tentar explicar esta afirmativa, destaco trecho do CobiT 4.1  sobre o tema:


“A implementação de boas práticas deve ser consistente com a governança e o ambiente de controle da organização, apropriado para a organização e integrada a outros métodos e práticas utilizadas. Padrões e boas práticas não são uma panacéia. Sua efetividade depende de como foram implementados e mantidos atualizados. Eles são mais úteis quando aplicados como um conjunto de princípios e um ponto de partida para produzir procedimentos específicos. Para evitar que as práticas fiquem só no papel, a gerência e os funcionários devem entender o que fazer, como fazer e porque isso é importante” 


Com isto quero dizer que devemos tirar as boas práticas do papel.
Precisamos colocá-las de fato em prática. 
Precisamos implementar mecanismos e estruturas para que consigamos executá-las.
Precisamos do apoio da alta gestão de TI para que exista uma estrutura mínima que viva e pense governança de TI para orientar e direcionar os processos de TI.

Dito isto, vamos lá... 

Quando pensamos em Governança de TI precisamos nos fazer as seguintes perguntas:
Qual é a percepção que os clientes e os usuários tem da TI?
Qual é nível de maturidade e qualidade dos serviços de TI?


A imagem acima mostra a realidade de muitas organizações quando tentam responder a estes questionamentos.

Quando começamos a pensar nestas questões começamos a pensar em governança de TI.

"Governança" do latim “regere”’-  orientar, dirigir.  Regência, é este o papel do maestro para com seus músicos. É este o papel da Governança: reger, orientar, direcionar a TI para que entregue valor ao cliente.

“Um sistema de governança refere-se a todos os meios e mecanismos que permitem avaliar condições e opções, facilitar as tomadas de decisões de TI. Como meios e mecanismos podemos ter frameworks, princípios, políticas, patrocínio, estruturas e mecanismos de decisão, papéis e responsabilidades, processos e práticas, para definir direção e monitorar o cumprimento e desempenho alinhado aos objetivos de Negócio.“ (CobiT 5)

A Governança de TI nos permite:
  • medir e auditar a execução e a qualidade dos serviços;
  • viabilizar o acompanhamento de contratos internos e externos; e
  • definir condições para o exercício eficaz da gestão com base em conceitos consolidados de qualidade.
Objetivos da Governança de TI: 
  • Facilitar as tomadas de decisões de TI
  •  Simplificar as operações e/ou serviços de TI
  •  Melhorar o nível de qualidade dos serviços de TI
  • Estabelecer e manter relacionamento com clientes e fornecedores
  • Maximizar uso de recursos
  • Otimizar custos
  • Gestão de riscos (Identificar, analisar e mitigar)
  • Estabelecer e manter a conformidade com as leis e regulamentos
  • Promover a integração entre o Negócio e a TI
  • Gerar valor para empresa

Benefícios da Governança de TI (GovTI):
  • Alinhamento da TI com as das áreas de negócio; 
  • Maior capacidade e agilidade para novos modelos de negócios ou ajustes nos modelos atuais; 
  • Manutenção dos riscos do negócio sob controle; 
  • Medição e melhoria contínua da performance de TI; 
  • Maior transparência das atividades de TI.
 Se buscamos estes objetivos e benefícios, consequentemente buscamos melhorar a percepção do cliente e melhorar a maturidade e qualidade dos processos e serviços de TI.

Mas o que fazer para atingir estes objetivos e benefícios?

Hoje, como base para GovTI, existe o Cobit, “Control Objectives for Information and related Technology, fornece boas práticas através de um modelo de domínios e processos e apresenta atividades em uma estrutura lógica e gerenciável. As boas práticas do CobiT representam o consenso de especialistas. Elas são fortemente focadas mais nos controles e menos na execução. Essas práticas irão ajudar a otimizar os investimentos em TI, assegurar a entrega dos serviços e prover métricas para julgar quando as coisas saem erradas”.(CobiT 4.1)

Para a área de TI ter sucesso em entregar os serviços requeridos pelo negócio, os executivos devem implementar um sistema interno de controles ou uma metodologia. O modelo de controle do CobiT contribui para essas necessidades ao:
  • Fazer uma ligação com os requisitos de negócios. 
  • Organizar as atividades de TI em um modelo de processos geralmente aceito. 
  • Identificar os mais importantes recursos de TI a serem utilizados. 
  • Definir os objetivos de controle gerenciais a serem considerados.
Sendo assim, o CobiT age como um integrador das práticas de governança de TI e influencia a Alta Direção, gerências de negócios e de TI, profissionais de governança, avaliação e segurança, profissionais de auditoria de TI e de controles. Ele é desenhado para ser complementar e utilizado com outros padrões e boas práticas. Conforme mostra a imagem abaixo:

Novamente, cito a “implementação de boas práticas deve ser consistente com a governança e o ambiente de controle da organização, apropriado para a organização e integrada a outros métodos e práticas utilizadas. Padrões e boas práticas não são uma panacéia. Sua efetividade depende de como foram implementados e mantidos atualizados. Eles são mais úteis quando aplicados como um conjunto de princípios e um ponto de partida para produzir procedimentos específicos. Para evitar que as práticas fiquem só no papel, a gerência
e os funcionários devem entender o que fazer, como fazer e porque isso é importante” (CobiT 4.1).

Tudo isto para que possamos chegar a este cenário:


Ou seja, com a Governança de TI na prática e de fato nas organizações, a TI terá garantia efetiva de entrega de valor ao cliente. Não será considerada um muro, ou cotovelo, mas parte essencial do contexto para agilizar e viabilizar o negócio.


Fontes: CobiT 4.1, Draft CobiT 5
Figuras: CompanyWeb e Gooogle